11.10.2013 - UNESCO Office in Brasilia

Educação em sexualidade ganha grupo de trabalho

© UNESCO\Eduardo FujiseA abertura do seminário contou com representantes de: Sec. Municipal de Educação SP, Sec. Estadual de Educação SP, Sec. Direitos Humanos da Presidência, Cátedra UNESCO sobre Profissionalização Docente, Fundação Carlos Chagas e UNESCO no Brasil

Um grupo de trabalho vai dar continuidade às discussões que se estenderam ao longo da última quarta-feira (9/10), no seminário “Educação em sexualidade e relações de gênero na formação inicial docente no ensino superior”, promovido pela UNESCO no Brasil, em parceria com a Fundação Carlos Chagas e a Cátedra UNESCO sobre Profissionalização Docente Fundação Carlos Chagas.

O objetivo deste grupo de trabalho será estruturar diretrizes para que os currículos de graduação nas universidades incorporem os temas de sexualidade e relações de gênero. Com isso, o grupo pretende contribuir para a formulação de políticas públicas que garantam os direitos humanos fundamentais de acesso à educação, respeito aos ambientes de aprendizagem e educação de qualidade.

A proposta de continuidade do debate nasceu ao longo do dia, a partir da apresentação de experiências educativas em sexualidade e gênero, e diante do desafio de articulação para a superação de dificuldades. “Não estamos pensando na prática, mas na teoria. E, sim, a universidade é para isso, mas se perde quando precisa propor uma mudança de currículo das universidades”, afirmou Sandra Unbehaum, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas.

A oficial de projetos de Educação da UNESCO no Brasil, Mariana Braga, propôs a consolidação das boas práticas apresentadas no encontro. Além disso, reafirmou o compromisso da Organização em apoiar este debate. “Estamos à disposição para ajudar a recolocar este tema da educação em sexualidade e gênero no seu lugar”.

O encontro reuniu diferentes instituições públicas e privadas de ensino superior brasileiras de oito unidades federativas, dentre as quais Distrito Federal, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além de autoridades da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, do Ministério da Saúde e das secretarias estadual e municipal de Educação de São Paulo.




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