02.08.2017 - UNESCO Office in Brasilia

Inscrições abertas para prêmio sobre métodos alternativos ao uso de animais em atividades de pesquisa

"Prêmio MCTIC de Métodos Alternativos" busca promover a redução no uso dos animais em pesquisas e, sempre que possível, adotar a substituição. As inscrições podem ser feitas até o dia 20/10/2017.

Estudantes de pós-graduação e profissionais com atuação em métodos alternativos à experimentação animal em atividades de pesquisa e ensino podem se inscrever no "Prêmio MCTIC de Métodos Alternativos". Iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a premiação tem por objetivo revelar talentos, e impulsionar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico e a inovação na área de experimentação animal.

As inscrições para o "Prêmio MCTIC de Métodos Alternativos" podem ser feitas até o dia 20/10/2017 pelo site da Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama), onde também estão disponíveis o regulamento e outras informações. A iniciativa tem o apoio institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a cooperação da Representação no Brasil da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO no Brasil), e o patrocínio do Grupo Boticário.

Dividido em duas categorias – Produção Acadêmica e Desenvolvimento Tecnológico & Inovação – o prêmio vai conceder R$ 15 mil ao primeiro lugar de cada categoria. Todas as propostas devem estar alinhadas ao princípio dos 3Rs (sigla em inglês que significa Redução, Refinamento ou Substituição) para o desenvolvimento tecnológico e a inovação.

"A ideia é premiar os expoentes na área e, também, buscar novas abordagens, tecnologias ou metodologias com vistas à incorporação na Renama", afirma o coordenador-geral de Saúde e Biotecnologia do MCTIC, Luiz Henrique Mourão do Canto Pereira. 

Segundo o coordenador, o modelo brasileiro de atuação em rede, por meio da Renama, tem servido de inspiração para outros países. "Apenas como exemplo, a União Europeia, recentemente, seguiu este modelo por meio da estruturação da Rede de Laboratórios da União Europeia para a Validação de Métodos Alternativos. Até então, eles não tinham um grande centro de validação e, a partir da cooperação do Brasil, os europeus conheceram o nosso modelo de operação em rede, acharam por bem fazer o mesmo e o adotaram. Isto mostra o papel de protagonismo do Brasil na área, servindo de inspiração para outros países", ressalta.

 

Clique aqui para acessar o regulamento. (Com colaboração do MCTIC)




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