Eventos sobre a História Geral da África: Salvador

1. Entrega da Coleção História Geral da África em Salvador
O representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, e o coordenador de diversidade  da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Antônio Mário Ferreira, entregam a Coleção História Geral da África à ministra da Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial,  Luiza Bairros, e ao governador da Bahia, Jacques Wagner.

A cerimônia de lançamento da Coleção HGA em Salvador aconteceu no dia 4 de abril, em um evento organizado pela UNESCO em parceria com o MEC, a Fundação Pedro Calmon da Secretaria da Cultura da Bahia e o Centro  Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia. Ao longo de todo o dia, estudantes, pesquisadores e representantes dos movimentos sociais tiveram a oportunidade de ouvir palestrantes nacionais e internacionais e de debater questões relacionadas à ressignificação da História da África, à interculturalidade   e à intolerância religiosa.

2. Especialistas internacionais participam de lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África
O presidente da Associação de Historiadores Africanos, Doulaye Konate ,e o chefe da divisão de Diálogo Intercultural da UNESCO, Ali Moussa Iyê, e o  congolês Jean Michel Tali, especialista em história da África, professor da  da universidade de Howard, em Michigan, Estados Unidos participaram como debatedores nos eventos de lançamento da coleção HGA na Bahia e em São Paulo.

Konate falou ao público de estudantes, professores, acadêmicos e movimentos sociais presentes nos eventos a respeito da importância da historiografia africana e sobre a mudança de paradigmas gerada pela publicação da coleção.  Moussa Iyê abordou a questão da diversidade cultural e das possibilidades de uso da coleção sob esse enfoque, por meio da produção de materiais pedagógicos sobre a para os países africanos que está sendo realizada por um Comitê Científico Internacional organizado pela UNESCO.  Já Jean Michel   falou ao público a respeito de sincretismo religioso e destacou o importante importante desempenhado pela diáspora na história africana.
 
3. Edição em português da Coleção História Geral da África é entregue ao grupo Ilê Ayê
No lançamento da Coleção História Geral da África na Bahia, a Representação da UNESCO no Brasil e o Ministério da Educação fizeram questão de prestigiar movimentos sociais de forte tradição afrodescendente no estado e no país. No dia 01 de abril, foi realizada uma visita ao grupo cultural Ilê Ayê, que desde 1974 vem trabalhando a valorização e a inclusão da população afrodescentente por meio da cultura, se valendo quase sempre de questões históricas.

Na visita ao Ilê Ayê, a coleção foi entregue ao presidente da entidade, Antônio Carlos dos Santos, o Vovô, na foto ao lado de Marilza Regattieri, coordenadora do programa de Educação das Relações Étnico-raciais da UNESCO no Brasil e Valter Silvério, coordenador técnico da edição em português da Coleção HGA e Coordenador do Núlcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. 

4. Grupo Olodum celebra edição em português da Coleção História Geral da África
No lançamento da Coleção História Geral da África na Bahia, as primeiras entregas da coleção foram feitas para movimentos sociais de forte tradição afrodescendente no estado e no país, entre eles o  Olodum, no dia 01 de abril de 2011. O grupo cultural desenvolve, via cultura e educação, trabalhos direcionados às crianças e aos adolescentes, com foco na valorização da cultura africana e do negro no Brasil.

Para celebrar o momento histórico, o grupo de alunos da Escola Olodum fez uma apresentação nas ruas do Pelourinho, à qual assistiram os especialistas internacionais convidados pela UNESCO, integrantes da equipe do escritório de Brasília e a população local. Na foto, o representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, fala  sobre a Coleção da UNESCO História Geral da África e a importância daquele momento histórico,,ao lado do coordenador de diversidade da SECADI do Ministério da Educação, Antônio Mário Ferreira, e do presidente do Olodum, João Jorge.

5. Mesa redonda marca o lançamento da edição em português da coleção História Geral da África no Recôncavo Baiano
As atividades de lançamento da Coleção História Geral da África na Bahia incluíram uma mesa redonda na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), na cidade de Cachoeira. O local foi escolhido por sua representatividade em termos da presença da cultura africana no Brasil: é berço do Samba de Roda, patrimônio imaterial da humanidade.
O tema do debate foi a ressignificação da história africana. A mesa-redonda contou com a presença do historiador do Congo Elikia Mbokolo, diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (l’École des Hautes Etudes en Sciences Sociales) – Universidade de Paris III e presidente do Comitê Científico para a elaboração de materiais pedagógicos para o uso da coleção HGA.

Com produções importantes sobre história da África e publicações traduzidas para o português, sua presença foi parcialmente responsável por atrair mais de 200 pessoas para o auditório da universidade. Na foto, o coordenador técnico da edição em português da Coleção História Geral da África, Valter Silvério, Elikia Mbokolo, Juvenal Carvalho, membro do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFRB, e Valdemir Zamparoni, professor do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos do Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.

6. Tradições religiosas de origem africana integraram atividades de lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África
No dia 02 de abril, os especialistas internacionais convidados pela UNESCO para realizarem palestras sobre temas relacionados à História Geral da África na Bahia, junto com o Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, visitaram o terreiro de candomblé Seja Hundê, conhecido como Roça do Ventura, um dos mais antigos espaços de preservação da religião Jejê Mahin no Brasil.

Em mais de três horas de conversa, se teve a oportunidade de conhecer um pouco mais do sincretismo religioso e da preservação das tradições religiosas africanas, bem como da luta das comunidades religiosas de matriz africana para preservar a identidade cultural e a dignidade. Entre os assuntos discutidos pelos especialistas com os integrantes do terreiro estavam o respeito às tradições africanas, as dificuldades e os entraves de se conseguir isso no Brasil e as semelhanças entre a religião praticada no terreiro com religiões de diferentes localidades da África. 

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Eventos sobre a História Geral da África: SP e BH

São Paulo (SP):

1. Auditório Tucarena na PUC  lotado no lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África 
O teatro Tucarena, na PUC-SP , foi  lotado por, acadêmicos,  professores, estudantes e representantantes de movimentos sociais que participaram dos debates que marcaram o lançamento da Coleção HGA no estado.
Ao longo de toda a quarta-feira, 06 de abril, debateram com os especialistas questões relacionadas à produção de saberes históricos, à formação acadêmica de profissionais para desenvolver a temática da Educação das Relações Étnico-raciais, à identidade negra e à produção da coleção da UNESCO História Geral da África. 

2. Fernando Mourão, único pesquisador brasileiro a integrar o Comitê Científico para a Redação da Coleção da UNESCO História Geral da África participa do lançamento da edição em português da obra
O brasileiro Fernando  de Albuquerque Mourão (na foto à esquerda) foi um dos palestrantes convidados pela UNESCO para participar dos debates de lançamento da Coleção História Geral da África em São Paulo. Na década de 1970, Mourão, que é doutor em sociologia, integrou o Comitê Científico para a redação da Coleção da UNESCO História Geral da África.

Para os mais de 350 estudantes, acadêmicos, professores e ativistas presentes no  evento realizado no teatro Tucarena da PUC-SP no dia 06 de abril de 2011, contou sobre o processo de produção da pesquisa que resultou na obra de quase dez mil páginas, as principais dificuldades e a riquezas  descobertas acerca do continente africano. A seu lado na imagem, o presidente da Associação de Historiadores Africanos, Doulaye Konate. 

Saiba mais sobre o evento em São Paulo

Belo Horizonte (BH):

1. Orquestra Sinfônica abre lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África
Um grupo da Orquestra Sinfônica da Universidade do Estado de Minas Gerais recepcionou os mais de 250 participantes do lançamento da edição em português da Coleção História Geral da África em Belo Horizonte. Realizado no dia 13 de abril na Universidade Federal de Minas Gerais, o evento reuniu especialistas de todas as partes do país.
O debate, que durou todo o dia, foi focado em temas relacionando a temática da história da áfrica à educação, incluindo os caminhos da educação das relações étnico-raciais e suas potencialidades frente à disponibilização em português da coleção História Geral da África.

No dia anterior, 12 de abril, foi realizada a exibição e o debate a respeito do documentário “Terra Deu, Terra Come”, do diretor Rodrigo Siqueira, que aborda temas importantes para a cultura afro-brasileira.

2. Entrega da Coleção História Geral da África à UFMG e a UEMG
O representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, e o coordenador de diversidade da SECAD do Ministério da Educação, Antônio Mário Ferreira, entregaram oficialmente a edição em português da Coleção História Geral da África aos reitores Clélio Campolina, da Universidade Federal de Minas Gerais, e Dijon Moraes Júnior, da Universidade Estadual de Minas Gerais (na foto, da esquerda para a direita). 

A entrega aconteceu no evento realizado no dia 13 de abril para marcar o lançamento da coleção na capital mineira. Estiveram presentes ainda no evento a secretária estadual de Educação, Ana Lúcia Gazzola, e o diretor de programas de ações afirmativas da SEPPIR, Luiz Cláudio Barcelos.

Saiba mais sobre o evento em Belo Horizonte 

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